Não sou a areiaonde se desenha um par de asasou grades diante de uma janela.Não sou apenas a pedra que rolanas marés do mundo,em cada praia renascendo outra.Sou a orelha encostada na conchada vida, sou construção e desmoronamento,servo e senhor, e sou mistério
A quatro mãos escrevemos este roteiropara o palco de meu tempo:o meu destino e eu.Nem sempre estamos afinados,nem sempre nos levamos a sério. (Lya Luft)
quarta-feira, 9 de maio de 2007
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